domingo, 1 de junho de 2014

É o cão que está a atender o telefone, se é ele, ao menos que faça o favor de ladrar. O violoncelista respondeu, Sim, sou o cão, mas já há muito tempo que deixei de ladrar, também perdi o hábito de morder, a não ser a mim mesmo quando a vida me repugna

José Saramago, As Intermitências da Morte